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POR QUE É TÃO DIFÍCIL FECHAR UM JOGO DE TÊNIS


Essa mesma resposta buscam os amadores, os amantes do tênis, os domingueiros, os perebas os sonhadores ou os profissionais. Todos eles jogam ao seu nível, treinam normalmente melhor que jogam, fazem coisas no bate bola que quase nunca conseguem fazer na hora que vale. Porque?

É gente, não importa o nível que você joga, o adversário que você enfrenta, quando o jogo vale alguma coisa é difícil fechar.

Converso com muitos amigos amantes de tênis, debato com eles as diferenças de jogar um 2 a 2 ou um 5 a 4. Não vou dizer que é fácil explicar, não é. Posso tentar contar com a experiência que tenho mas mesmo assim é complicado o assunto.


Quem de vocês na hora de fechar não esqueceu totalmente de pensar no ponto que está por vir e começou a delirar pensando....

Po, se eu ganhar este ponto vou ganhar este jogo que vai me permitir ganhar o torneio
Quero ver a cara do fulano quando eu contar que ganhei do cara.


Falando disso tenho um amigo que joga muitos torneios de federação aqui em São Paulo. Sr Paradela, ele me contava ontem que jogou um torneio e estava na final, o adversário era na visão dele e dos amigos que costumavam jogar os torneios, um cara imbatível. Ele contando a historia do jogo ( que demorou umas 2 horas) me dizia que o cara teve 6 match points, bolas na mão o jogo ganho varias vezes e ele enquanto lutava para ganhar ficava pensando em mostrar pra galera que era possível derrota-lo, claramente esquecendo a alegria apenas de vencer o jogo. No final ele conseguiu vencer e até agora o adversário não entende como isso aconteceu.

Fica claro que mesmo em um torneio de federação os nervos fazem a diferença e a evidente superioridade desaparece se um dos dois sente a pressão de fechar o jogo.


Isso acontece no tênis amador, no profissional, o dinheiro, os pontos e a repercussão sempre foram os vilões dos jogadores.

Esses pensamentos que nos desconcentram tem a mania de aparecer em algumas situações..

Quando sacamos para o jogo. Incrivelmente não colocamos nenhum primeiro saque na quadra, nosso braço fica mais amarrado impossível e quando batemos a direita parece que estamos segurando um jornal embaixo do braço.

Match point. Bolas incríveis erramos nessa hora, aquela que é só colocar do outro lado da quadra e ...... vitória. Que nada, parece que queremos complicar o jogo e sem entender erramos.

Fiz essa introdução para que a galera entenda que não existe muita diferença do que sentimos nas horas importantes. Logicamente que temos mais bagagem para neutralizar essas sensações. Mesmo assim vemos muitos jogadores travarem nas horas mais inoportunas. Aquelas coisas que você se comenta, nem eu faria isso. Quem não se lembra da final de Roland Garros do Coria e Gaudio...

Nessa hora o que mais escutamos quando estamos na quadra dos nossos técnicos é pensa no próximo ponto. Joga ponto a ponto. Se o pensamento vier tira ele da frente e pensa no próximo ponto. Isso pode ajudar.

Hoje vendo o jogo do Stepanec com o Federer algumas vezes parecia que ele não conseguiria superar os nervos, sacou no 4/3 perdeu, sacou no 5/4 perdeu. O que mais impressionou e é o que mais acontece nessas horas é que as pernas param. Travam. Diga-se de passagem que o Tcheco jogou muito. Usou e abusou da provocação, do cara a cara e como é conhecido gritou o tempo inteiro. Agora... o jogador que vimos não é nem de perto o Federer de antigamente. Sem brilho, sem gana, muito burocrático. Visivelmente desmotivado. Uma coisa me chamou a atenção, eu to vendo errado ou ele está meio lento?

Bom, agora ninguém é de ninguém e pode dar qualquer coisa. Adoraria ver uma final Roddick vs Djoko



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Uma última pergunta, você já viveu alguma situação assim de nervosismo pra fechar um jogo? quer contar? bota pra fora.... Conta pra galera

Escrito por Fernando Meligeni às 19h13 envie esta mensagem

Pintou o campeão de Roma

Pintou o campeão

Não costumo dizer isso antes do tempo

Na verdade a minha experiência não deveria me permitir fazer essa afirmação nas quartas de final de um torneio desse porte, mas acho que pintou sim o campeão

Ele se chama Roger Federer

Não acredito que ele perca a chance de ganhar Roma este ano.

Olhando a chave, o nível de seu jogo e a qualidade dos seus adversários acho que ele vai passar por cima sim. Não acredito que o galã Stepanek possa assustar.

Falando em Stepanek

Lembro a primeira vez que joguei contra ele em Estoril, ele ainda não era conhecido, os poucos que sabiam quem era ele sabiam pelas suas engraçadissimas imitações. Diferente do Djokovic quando ele começou, o Tcheco imitava os adversários no meio do jogo. Se o adversário gritava Vamos, dois pontos depois ele fazia o mesmo em um espanhol arranhadissimo. Outra bela imitação era a maneira de jogar do adversário. Lembro que comigo ele começou tentando me desconcentrar jogando bolas altas e gritando na quadra “ vamos jogar como o Meligeni, tudoooo pra cima” não feliz começou a andar como eu, e não é que ele fazia igual, não contente aproveitava e fazia varias caretas. A torcida não parava de rir. Eu também.

Não era só comigo. Altas brigas vi ele ter no começo de carreira.

Uma cosia vem me chamando a atenção em Roma este ano: Vários jogadores que normalmente não tem ótimos resultados no saibro estão nas quartas de final. E olha que todos os jogadores declararam que lá este ano está bem lento.

O lindo Stepanek com seu jogo agressivo
O atirador de elite James Blake
O grande sacador Andy Roddick
O que dizer do Wawrinka

Cuidado podemos ter uma final diferente. Torço por isso

Você pode estar achando estranho, dois blogs juntos, não me agüentei, deixem seus comentários onde preferirem ou nos dois. Vamos debater esses assuntos...




Escrito por Fernando Meligeni às 18h50 envie esta mensagem

Tirando algumas dúvidas de um leitor sobre a Atp


O amigo Tiago Carneiro de São Paulo, assíduo leitor do blog me mandou um recado cheio de dúvidas, pediu que eu respondesse algumas perguntas sobre a entidade que manda no tênis mundial, a Atp.

Falar da Atp sempre foi difícil, parece que o relacionamento dos esportistas com as entidades sempre tem complicações. Lembro que na época éramos induzidos a não criticar abertamente na imprensa. Era abrir o bico que levávamos um puxão de orelha.

A ATP foi fundado pelos próprios tenistas depois um boicote dos jogadores lá pelos anos 70. O que era para ser uma entidade bem a cara do tenista com os anos mudou bastante. O que no passado era decidido apenas por jogadores nos dias de hoje essas divisões são divididas igualmente com os diretores dos torneios.

O Tiago me perguntou se os jogadores tem aposentadoria. Olha, alguns tenistas sim, outros não, explico, os jogadores que jogam 11 torneios ATP tour na chave principal durante o ano ganham uma “estrela” para o tenista conseguir a aposentadoria ele tem que ter cinco estrelas até o fim da carreira, não necessariamente sendo seguidas. Alem disso tanto na simples como nas duplas você pode obter essa tão almejada estrela. A única ressalva é que não se pode ganhar duas estrelas no mesmo ano( simples e duplas). Deu pra entender? Espero que sim. Parece fácil conseguir a aposentadoria mas não é bem assim, se manter entre os 120 do mundo por cinco anos não é uma tarefa das mais tranqüilas.

Sobre lesões, ele me pergunta se a Atp tem alguma responsabilidade ou ajuda quando o tenista se machuca. NÃO.

Paralelamente existem algumas alternativas, a melhor é você fazer um seguro que se você se machucar e ficar mais de um mês fora das quadras a seguradora te paga um salário correspondente aos seus ganhos mensais jogando. Isso tem um custo, mas dá uma tranqüilidade impressionante. Se você for olhar o preço é o valor que o tenista ganha numa primeira rodada de torneio grande.

Hoje em dia a ATP é metade dos jogadores e metade dos diretores dos torneios, tem um presidente remunerado e sem fins lucrativos.

Os torneios compram as datas e entram no calendário, quando o Tiago me pergunta o porque da quantidade de torneios em quadra rápida eu também não sei dizer. É uma luta antiga, os jogadores de saibro querendo um calendário mais espaçado e não conseguindo. Não posso dizer que a Atp tem mas intenções sobre isso. Existem sim muitos interesses, televisões pressionando, contratos longos em vigência. Xiii, muita coisaaaa.

Posso afirmar que não é nada fácil a vida da entidade, eles conseguem coisas legais, plano de saúde muito bom para os atletas, ano inteiro de torneios, patrocínio de roupa e raquetes para quem não tem, cada ano que passa os torneios dão mais dinheiro aos jogadores. Perfeitos eles nunca vão ser, posso afirmar que é bem difícil satisfazer tantas cabeças diferentes e num esporte individual. O circuito de tênis mais parece um “loquero” do que um circuito de tenistas.

Varias vezes por ano temos uma reunião dos jogadores com a entidade, normalmente são feitas nos grand slam, existe uma obrigatoriedade e todos, todos mesmo tem que ir, se não for recebem uma suculenta multa.

Nessas reuniões são dadas as informações do que vai se mudar, votações, e sempre algumas coisas engraçadas ou complicada acontecem.

Lembro do dia em que o Korda foi sabatinado depois de ser pego no doping. Jogadores declarando coisas pesadíssimas contra ele. Ele sentadinho na sala sem falar uma palavra. Desconforto total.

Esse é o mundo do tênis,o mais bonzinho grita vamos depois de uma dupla falta no break point



Escrito por Fernando Meligeni às 18h25 envie esta mensagem

Os países mudam e os problemas políticos na davis são os mesmos

A dura vida do técnico da Davis

Hoje saiu em alguns jornais do mundo que o competente capitão da equipe espanhola da Davis pediu demissão. A informação ainda é desencontrada.

Até aí nada de anormal, muitas vezes chega a hora do técnico deixar o cargo, dar lugar para outros profissionais, mais jovens, com idéias novas...

O que mais deixa triste é quando o técnico não consegue desenvolver seu projeto até o final. Tem o apoio dos jogadores e por outros motivos...

Conheço bem o Emilio Sanchez e sei da sua competencia e engajamento como capitão. Quando entrou há dois anos atrás estávamos aqui em São Paulo para um evento no clube Paineiras do Morumbi onde ele faria uma palestra e depois um jogo exibição comigo. Sentados tomando um café perguntei se ele estava motivado e o que ele pretendia com o cargo. Lembro bem sua resposta otimista, quero vencer a Davis, quero fazer os jogadores jogarem o seu melhor nessa competição.

Passado algum tempo o que lemos é uma “porrada” ou “traição” que parece acontecer em quase todos os paises. O time chega em um lugar de expressão, no caso da Espanha na semi final e os dirigentes por uma quantidade de dinheiro preferem colocar em risco a vitória por interesses pessoais. Muitas vezes ( na grande maioria) nem perguntam ao técnico muito menos aos jogadores.

O que ninguém esperava é que o Emilio tivesse tanto “huevo” e pedisse demissão pouco tempo antes de um confronto tão importante e ganhável para o time dele. O jogo contra os Estados Unidos é claramente um confronto para se jogar em um lugar lento, se possível nível do mar. Quando ele percebeu que não ia ser assim e se sentiu traído preferiu ir embora deixando claro que sua postura é mais importante que tudo. O time foi claro, pediu Saibro e nível do mar, a federação quer colocar em Madrid que tem mais de 600 metros de altitude.

Tive por um tempo nesse duro cargo, para muitos um cargo apenas técnico para mim depois de vivenciar algumas coisas muito mais político que técnico. As promessas muitas vezes não são cumpridas e pior que isso, se faz de conta que foi feito.

Tiro meu chapéu ao Emilio, mesmo que ele volte atrás se o presidente ceder a pressão dos jogadores. Para mim ele está fazendo o que o coração manda e quando isso é feito é digno de aplauso.
Infelizmente o que os dirigentes muitas vezes não percebem é que quem joga é o jogador e se eles querem resultados tem que coloca-los para jogar em situações que eles se sintam confortáveis.

As vezes até se critica os atletas pensando que eles tem que jogar onde mandarem, ou que eles não ganham por isso querem escolher. Peguei uma matéria do problema lá na Espanha que mostra bem todo o embrolio de uma briga entre jogadores e federação.

Durante el torneo de Barcelona hubo tres reuniones, pero no se ha llegado a ningún acuerdo.

De los ocho jugadores seleccionados por el capitán Emilio Sánchez, la mayoría (5-3) ha mostrado su deseo de jugar sobre tierra, al aire libre y al nivel del mar, mientras que la FET preferiría hacerlo en Madrid, asumiendo el riesgo de jugar en altitud (600 metros sobre el nivel del mar).


La millonaria oferta realizada por el ayuntamiento de Madrid, que pagaría 1,5 millones de euros por albergar la eliminatoria en la plaza de Las Ventas, además de ofrecer una prima de 300.000 euros a los jugadores ganen o pierdan y otro igual a la federación, es el principal argumento de Pedro Muñoz, presidente de la FET, para apostar por Madrid.

Em outra entrevista podemos ler… e ao meu ver a mais importante. Palavra é palavra.


Después de superar a Alemania en cuartos en Bremen, Muñoz prometió a los tenistas que tendrían la "última palabra" en la elección. Ahora, el dirigente justifica el posible incumplimiento del compromiso por "motivos extraordinarios y de interés general para el tenis español".

JÁ VI ESSE FILME, VIVI ESSA SITUAÇÃO IGUAL UM DIA…

Os países mudam,as línguas também e os problemas continuam os mesmos.

Será que todos os jogadores, técnicos, preparadores físicos estão errados e os dirigentes certos?

Quem sabe....

Eu acho que não

Escrito por Fernando Meligeni às 20h55 envie esta mensagem

Roma

 

Nunca imaginei que fazer um blog fosse as vezes tão complicado. Quanto mais se entra nesse mundo, quanto mais pessoas acessam você todos os dias maior a responsabilidade. Ter assunto interessante todos os dias é um grande desafio, mais ainda para um tenista e não um escritor.

Por um lado é difícil, mas não existe nada melhor do que entrar algum tempo depois da postagem e ver que a galera curtiu e está deixando seus recados.

Neste quase um ano de vida tenho pessoas muito fieis me acompanhando, pessoas que entram quase todos os dias. A eles e todos que curtem o blog do fininho o meu muito obrigado.

Hoje começou mais uma grande semana de tênis. O Master Series de Roma é show, eu só posso dizer maravilhas de lá. Alem de gostar de cada detalhe do torneio lá tive o prazer de vencer o mito Sampras em 1999. Inesquecível.

Não vou escrever mais dela porque já escrevi algum tempo atrás, quem quiser pode relembrar aqui..... 

http://blogdofininho.blog.uol.com.br/arch2007-09-23_2007-09-29.html#2007_09-27_11_20_28-11920379-0

Desde a comida, no segundo andar com vista para varias quadras de jogos, onde as massas e a caprese são as especialidades, o hotel de primeira categoria ( agora mudou, na minha época era o Hilton Cavalieri) não muito longe de lá, a proximidade do estádio de futebol onde o Roma joga, a paixão dos italianos ao ver os jogos a palicorta, segunda quadra central do torneio e muito mais. Lá nos sentimos no auge das nossas careiras.

O clima desses torneios é diferente, não adianta dizer que não é, quando se tem um monte de caras que são os melhores do mundo juntos o clima é diferente. Existe menos brincadeira, mais estudo do adversário e muita mas muita energia. Esses torneios são feitos para gente grande.

A primeira vez que entrei no vestiário do torneio lá me senti 100 vezes maior, automaticamente você começa a acreditar que é bom também. se você está lá é porque merece. Os primeiros minutos são de estudo, de vergonha, você fica olhando para ver se alguém vai te dizer alguma coisa, ao invés disso ninguém olha pro lado, todo mundo concentrado. Logicamente tem seus malucos como em qualquer lugar, mas o comprometimento é inegável. Todos focados e fazendo alguma coisa.

Tem os malucos por raquetes, os tenistas que ficam trocando os grips mil vezes, batendo nas cordas para ver se está dura outras mil vezes. Ai de você se pegar na raquete deles sem pedir, os caras viram bicho.

Tem os alienados que ficam escutando musica o tempo inteiro. Essa é a parte boa, cada maluco, diferente do futebol que 99,95 gosta de pagode, tenista é bem eclético, tem de tudo, e mais que isso muita gente gosta da musica popular do seu país, você pode imagina a musica popular Russa, Chinesa, Norueguesa ou Japonesa? Bom é isso, o único problema é quando um maluco desses coloca alto no vestiário e começa a cantar junto. Que trash

Tem os que ficam conversando apenas com o técnico sobre o jogo. Desses nem vou comentar

Os malucos que vivem na fisioterapia, OPS , esses são a grande maioria. Tratam das costas, pedem atendimento no joelho, massagem no ombro e quando estão para ir embora pedem ajuda para alguém alongar eles.

Falando mais do torneio estive vendo a chave do torneio... Será que o Cañas vai aprontar outra pra cima do Federer?

Não duvidaria.

Será que alguém bate o Nadal? O mosquito Ferrero podia conseguir. Ele merece depois de tudo que trabalha.

Um jogo muito interessante é o Gonzáles e Tipsarevic, esse é dos jogos que pago para ver.

Bom, fico por aqui, vendo pela televisão desta vez, lembrando do clube, do publico, do Coliseo, do Vaticano, da Piazza Itália ...

Se um dia tiverem a oportunidade apareçam por lá durante o torneio. Vale a pena.


Escrito por Fernando Meligeni às 23h13 envie esta mensagem

Vídeo com comentários sobre os resultados da semana e um presentinho. Fininho surfando

Ola

Como foram de feriadão?

Espero que bem, que tenham curtido como eu.

Infelizmente não conseguimos seguir os torneios pelo mundo. E olha que esta semana não faltou emoção ou bons torneios. Mais de uma pessoa reclamou que nenhuma emissora mostrou. Que pena ( se tiver alguém que mora na Espanha e viu o jogo e quiser comentar vamos adorar, igual as pessoas que moram na Alemanha). Munich, Barcelona e Tunis eram bons torneios para os amantes do tênis. Nos vídeos que seguem abaixo falo sobre os torneios. Infelizmente sei que tem algumas pessoas que não podem acessar do trabalho porque é bloqueado por isso vou também escrever.

Dois Atp tours importantes rolaram na semana, Munich com a vitória do González. Incrível, eu sou fã desse cara, tem uma direita devastadora e uma alegria de jogar muito particular, daqueles caras que fazem bem ao esporte, cada vez que entra no vestiário trata todo mundo igual. Caras difíceis de encontrar hoje em dia. Em Barcelona outro passeio do Nadal, fica difícil falar mais dele, temos que encontrar uma maneira de para-lo. Alguém tem uma sugestão? Formula? Só não vale dar raquetada no joelho dele.

Outra boa noticia foi a vitória do Thomaz Belucci em Tunis, ele com esse resultado vira 100 do mundo, entra em vários torneios grandes e principalmente em Wimbledon.

Grande Thomaz, grande Leo. Que essa parceria de perpetue.

Bom, não deixem de dar uma passada nos vídeos e opinar depois. Quero suas analises.

Muita gente reclamou da qualidade da imagem, espero ter melhorado. Meu cabelo eu dei uma disfarçada com o boné.

Bom, fico por aqui esperando noticias

Abraço a todos.





Fininho Slater


Escrito por Fernando Meligeni às 21h12 envie esta mensagem

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